QUANDO SE MORRE DE AMOR
PÉRICLES ALVES DE OLIVEIRA - THOR MENKENT
... ela dizia
que estava morrendo por me amar
tanto,
e eu percebi que,
diante de tanta loucura, eu tinha
de abandoná-la para sobreviver, pois
ser-me-ia fatal essa luta
solitária:
entre traições
e chuvas que fogo que promovemos
parqa tentarmos provocar nossas metafóridas
mortes e aliviar nossas insanas
dores,
perdemos
partes nossas, ou nos perdemos
todo em outros cantos, em obscuros recantos
e em leitos brancos:
depois de sua eterna
partida deste mundo, em real morte,
não sobrou praticamente nada
daquele grande e nal cuidado
amor de outrora!
que estava morrendo por me amar
tanto,
e eu percebi que,
diante de tanta loucura, eu tinha
de abandoná-la para sobreviver, pois
ser-me-ia fatal essa luta
solitária:
entre traições
e chuvas que fogo que promovemos
parqa tentarmos provocar nossas metafóridas
mortes e aliviar nossas insanas
dores,
perdemos
partes nossas, ou nos perdemos
todo em outros cantos, em obscuros recantos
e em leitos brancos:
depois de sua eterna
partida deste mundo, em real morte,
não sobrou praticamente nada
daquele grande e nal cuidado
amor de outrora!
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