Essa é (sobre aquela)
Felipe Castro Neves
Construí uma máquina do tempo
E fui expor o que não esqueci
Que como um sopro da natureza
Esse sorriso que não pude sentir
Sonhos de chegar e perceber
De saber e não dizer
De sentir e desmentir
E de amar e não fingir
Minha memória me engana
Mas ainda não entendi
De onde surgiu essa graça
Que ainda não conheci
Aperfeiçoando os meios
Meio que devagar
Mas quero que saibas:
Me senti derrotado quando te vi chegar
E fui expor o que não esqueci
Que como um sopro da natureza
Esse sorriso que não pude sentir
Sonhos de chegar e perceber
De saber e não dizer
De sentir e desmentir
E de amar e não fingir
Minha memória me engana
Mas ainda não entendi
De onde surgiu essa graça
Que ainda não conheci
Aperfeiçoando os meios
Meio que devagar
Mas quero que saibas:
Me senti derrotado quando te vi chegar
Comentários (1)
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joao_euzebio
2012-09-10
E assim as palavras surgem vão deslizando por sobre os poemas vão encontrando um propósito e no fim se acham onde deviam se achar. Parabéns
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