Caravela
Sirlânio Jorge Dias Gomes (R)
1 min min de leitura
Sou uma caravela solitária,
A navegar neste oceano de águas prateadas,
Onde a lua em noite inspirada,
Me faz em suspiros,
Enxergar-te em calmaria,
Delirando de amor vejo sua imagem,
No céu de estrelas que me guia,
Deslizando em seus mistérios,
Buscando seus tesouros desconhecidos.
Em teus mares seguirei,
Sem medo que a tempestade me sufoque.
Se a fúria do desconhecido me assombrar,
Não temerei o risco para te amar.
Não sucumbirei ao horizonte perdido,
Nem tampouco aos perigos a encontrar.
Não me importo de ser um náufrago,
Se na ilha dos teus desejos chegar.
A navegar neste oceano de águas prateadas,
Onde a lua em noite inspirada,
Me faz em suspiros,
Enxergar-te em calmaria,
Delirando de amor vejo sua imagem,
No céu de estrelas que me guia,
Deslizando em seus mistérios,
Buscando seus tesouros desconhecidos.
Em teus mares seguirei,
Sem medo que a tempestade me sufoque.
Se a fúria do desconhecido me assombrar,
Não temerei o risco para te amar.
Não sucumbirei ao horizonte perdido,
Nem tampouco aos perigos a encontrar.
Não me importo de ser um náufrago,
Se na ilha dos teus desejos chegar.
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