Amor, sexo, família e cotidiano
Teka Castro
Numa reportagem da revista Vip do ano de 2017, li a seguinte reportagem:" Acabou o tesão, mas não o amor."
Na atual conjuntura nas quais vivemos, stress, rotina, cansaço após trabalho, filhos, estudos e outros, acabam com a questão do tesão, mas o amor do dia a dia, aumenta, pelo menos ao longo desses vinte e um anos, bodas de zircão(parece diamante, mas não é), faz com que meu corpo já bastante casnsado, não tenha uma vida sexual mais ativa, quanto antes. Não que sejamos distantes, somos amantes, címplices, amigos, e sobretudo o amo demais. E, ele mesma coisa.
Mas, escuto papos de colegas que querem se aparecer, dizendo que não deixam suas esposas dem sexo a um instante, mas será que isso não é só papo?
Bem, a diferença é que vale a pena dialogar, ouvir o que um do outro temos que falar.
O dia a dia nos reserva muitos afazeres, muitos momentos inesquecíveis, e é indispensável a nossa conversação, é indispensável a nossa fé, tanto ele homem, quanto eu mulher.
O amor, a família, devem superar a tudo é claro, é compreensivo, mas o sexo é algo que pode ser revisto, dito em palavras, e sem mágoas.
O cotidiano, pode ser mudado se houver muito diálogo.
Então o que dizer, senão ao meu esposo Eduardo que o amo a cada dia, tanto na saúde ou na doença, em dias de vacas magras, ou gordas.
O que importa é a união, a criação e o respeito um com o outro, e para com os filhos.
E, o respeito afinal com todos os entes.
Fica a dica: Amar é saber respeitar o limite alheio todos os dias, e educar os filhos nas regras de Deus, e não dos homens, e viver com alegria enfrentando assim, sabores e dissabores todos os dias.




Escritora Téka Castro e Esposo Eduardo em lançamento de livro na livraria cultura em 2017.
São Paulo, 18 de novembro de 2017.
Tereza Cristina G Castro

Na atual conjuntura nas quais vivemos, stress, rotina, cansaço após trabalho, filhos, estudos e outros, acabam com a questão do tesão, mas o amor do dia a dia, aumenta, pelo menos ao longo desses vinte e um anos, bodas de zircão(parece diamante, mas não é), faz com que meu corpo já bastante casnsado, não tenha uma vida sexual mais ativa, quanto antes. Não que sejamos distantes, somos amantes, címplices, amigos, e sobretudo o amo demais. E, ele mesma coisa.
Mas, escuto papos de colegas que querem se aparecer, dizendo que não deixam suas esposas dem sexo a um instante, mas será que isso não é só papo?
Bem, a diferença é que vale a pena dialogar, ouvir o que um do outro temos que falar.
O dia a dia nos reserva muitos afazeres, muitos momentos inesquecíveis, e é indispensável a nossa conversação, é indispensável a nossa fé, tanto ele homem, quanto eu mulher.
O amor, a família, devem superar a tudo é claro, é compreensivo, mas o sexo é algo que pode ser revisto, dito em palavras, e sem mágoas.
O cotidiano, pode ser mudado se houver muito diálogo.
Então o que dizer, senão ao meu esposo Eduardo que o amo a cada dia, tanto na saúde ou na doença, em dias de vacas magras, ou gordas.
O que importa é a união, a criação e o respeito um com o outro, e para com os filhos.
E, o respeito afinal com todos os entes.
Fica a dica: Amar é saber respeitar o limite alheio todos os dias, e educar os filhos nas regras de Deus, e não dos homens, e viver com alegria enfrentando assim, sabores e dissabores todos os dias.

Escritora Téka Castro e Esposo Eduardo em lançamento de livro na livraria cultura em 2017.
São Paulo, 18 de novembro de 2017.
Tereza Cristina G Castro
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