SORUMBÁTICO
Fernando Cartago
Segue o transeunte sua caminhada
Observando as lentas pegadas ao longe
sem destino certo, mira a sombra
Que o guia marcando o chão.
Dizendo de como é lúgubre caminhar
Sem uma alma para o acompanhar
Tendo apenas o suor para consolar,
O gemido do fôlego a cada passada.
Segue o ser quase moribundo mundo afora,
Carregando sua infelicidade na vontade quase
Apagada de o sol esfriar e não queimar sua nuca.
Continua a caminhar e sente suas passadas
No final do pesadelo sufocante, onde
Seu ventre grita o insano desejo de nascer
Para um novo dia e aprender a enxergar
O brilho do majestoso Sol.
Fernando Cartago
Observando as lentas pegadas ao longe
sem destino certo, mira a sombra
Que o guia marcando o chão.
Dizendo de como é lúgubre caminhar
Sem uma alma para o acompanhar
Tendo apenas o suor para consolar,
O gemido do fôlego a cada passada.
Segue o ser quase moribundo mundo afora,
Carregando sua infelicidade na vontade quase
Apagada de o sol esfriar e não queimar sua nuca.
Continua a caminhar e sente suas passadas
No final do pesadelo sufocante, onde
Seu ventre grita o insano desejo de nascer
Para um novo dia e aprender a enxergar
O brilho do majestoso Sol.
Fernando Cartago
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