Escritas

Sem confins

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Sem confins...


Alguns, põem tanta avidez no que desejam
Que pisoteiam em gente, como num lagar
Se pisoteiam as uvas, para fazer o vinho.
Sua ostentação demonstra que ensejam
Ser a peça principal em qualquer lugar,
Não importa se o ser humano é capachinho


É a total ausência objetiva do direito
É o obter, por finalidade um resultado
Que satisfaça suas aspirações, seus fins
Mesmo que redundem, pra outros em mal feito
Seus interesses inconfessáveis, de outro lado,
São indiferentes, em sua ânsia sem confins.

São Paulo, 24/08/2012
Armando A. C. Garcia
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Renildes
Renildes
2022-03-06

Adoro Casimiro de Abreu. Sou professora de LPLB.