Soletrando
Marcondes Alexandre
Assim eu disse-te amo meu amor.
Não de uma forma singular.
Mais no plural de nossas almas.
Em cada frase que ditei soletrei o seu lindo nome.
Em um futuro quase perfeito te esperei.
E quis-te-la no presente + que perfeito deste amor que se faz com as letras do alfabeto grego.
Indiano.
Tanto faz.
Soletrei palavras similares ao desejo para ter você por algum tempo.
Mesmo que no passado imperfeito.
Não era oratória tudo o que dizia, mas com uma boa dicção se fez em mim.
Em tu tudo se completava.
Pois tu foste a mais bela criatura para quem me entreguei.
Singularmente entendi seu ponto de vista.
Formei palavras usando as letras que formavam todo o seu ser feminino.
No antônimo de meus dias consegui te dizer algo fora o conhecido.
Fiz-me sujeito completo para reinar na sua vez.
Mesmo depois de decorar tudo o que era preciso para te amar outra vez.
O advérbio quem pode aceitar?
Se não foram as vogais de sua vida.
Podem ter sido as consoantes de meu vocabulário para dizer fique comigo o tempo que precisar.
Mais nada parecia estar claro no seu mundo onde os parênteses se fecharam quando de ti me aproximava.
As paroxítonas.
As proparoxítonas nada mais eram.
Mesmo assim na principal consoante de seu nome o meu começa.
Se for realidade o mais que perfeito dirá.
Mais soletrei todo o seu corpo como uma forma de me identificar ao que não sei.
Era-se o seu sexo.
Eram-se na sua boca.
Foram-se outras partes de seu corpo.
Um paradoxo se formou.
No meio do ditongo seguido do seu perfume.
Aprendia a cada dia nas preposições das nossas noites sem entender o que estava a soletrar.
Se eu em tu.
Nos e vos eles podem se amar.
Eles conseguem juntar as frases.
Mais cabe a mim.
Fazer referência as cartas rascunhadas de o ponderável existir.
Soletrei eu te amo por saber que em meu mundo se faz próprio.
Alexandre Marcondes.
Não de uma forma singular.
Mais no plural de nossas almas.
Em cada frase que ditei soletrei o seu lindo nome.
Em um futuro quase perfeito te esperei.
E quis-te-la no presente + que perfeito deste amor que se faz com as letras do alfabeto grego.
Indiano.
Tanto faz.
Soletrei palavras similares ao desejo para ter você por algum tempo.
Mesmo que no passado imperfeito.
Não era oratória tudo o que dizia, mas com uma boa dicção se fez em mim.
Em tu tudo se completava.
Pois tu foste a mais bela criatura para quem me entreguei.
Singularmente entendi seu ponto de vista.
Formei palavras usando as letras que formavam todo o seu ser feminino.
No antônimo de meus dias consegui te dizer algo fora o conhecido.
Fiz-me sujeito completo para reinar na sua vez.
Mesmo depois de decorar tudo o que era preciso para te amar outra vez.
O advérbio quem pode aceitar?
Se não foram as vogais de sua vida.
Podem ter sido as consoantes de meu vocabulário para dizer fique comigo o tempo que precisar.
Mais nada parecia estar claro no seu mundo onde os parênteses se fecharam quando de ti me aproximava.
As paroxítonas.
As proparoxítonas nada mais eram.
Mesmo assim na principal consoante de seu nome o meu começa.
Se for realidade o mais que perfeito dirá.
Mais soletrei todo o seu corpo como uma forma de me identificar ao que não sei.
Era-se o seu sexo.
Eram-se na sua boca.
Foram-se outras partes de seu corpo.
Um paradoxo se formou.
No meio do ditongo seguido do seu perfume.
Aprendia a cada dia nas preposições das nossas noites sem entender o que estava a soletrar.
Se eu em tu.
Nos e vos eles podem se amar.
Eles conseguem juntar as frases.
Mais cabe a mim.
Fazer referência as cartas rascunhadas de o ponderável existir.
Soletrei eu te amo por saber que em meu mundo se faz próprio.
Alexandre Marcondes.
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