Escritas

AQUELA PEGADA

PÉRICLES ALVES DE OLIVEIRA - THOR MENKENT
Noite. Madrugada.
Ela de frente para mim
naquela esquina escura e erma,

com o decote
parte dos seios bilhava sob
o luar,

as pernas
igualmente captava aquela luz
como se a própria luz
a desejase para
amar;

eu estremeci,
arrepiei e senti que tudo se concentrava
ali e, num beijo, tudo se moveu:

minhas mãos bobas
procuraram cada parte de teu corpo,
meu membro duro apertado nas calças
pedia por Socorro

e, uma vez libertado,
foi a vez de saciar a minha fome
com a boca, beijando e chupando cada
parte de seu corpo,

até que se consumasse,
ali naquela esquina erma e escura,
antes mesmo que conseguíssemos chegar
a uma casa e procura um leito,

ela com dois
e eu com um orgasmo
tão alucinantes que o grito
de prazer

soou como
se a própria noite tivesse soltado
um gemidoem forma
de relâmpago!
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