Vida
docarmo
Subtil loucura, deliciosa tentação
Olhos no céu, numa noite estrelada de verão
Brisa quente, cheiro a maresia
Calor no rosto, sente-se ao escrever poesia
Do inverno gelado, ao verão ardente
Passam as paixões, marca-se a mente
Sonha-se a ilusão, ilude-se o sonho
Pede-se o impossivel, agarra-se a razão
Acorda-se enfim, ve-se a realidade
Não se pede o impossivel, basta a felicidade
Olha-se em volta, sem temer o que é medonho
Levantamo-nos para a vida, evitamos a tentação
Valerá a pena, passar assim por este mundo
Querer e não ter, andar e não voar
Amar, mas não querer dar
Entra-se no abismo, como no mar profundo
Avança-se no escuro, sem saber o que nos espera
Olha-se com amor, nota-se que o sentimento nos fulmina
Leva-nos ao delirio, ataca-nos como uma fera
Mata-nos, devora-nos, mas é como uma luz que nos ilumina
Andam os segundos, vão-se as emoções
Passam os minutos, vão os sentimentos
Correm as horas, vão-se os juizos
Voam os dias, meses e anos, resta-nos os momentos
Aqueles especiais, para sempre nos corações
Pensamos depois, na vida e nos seus prezuizos
Nascemos crianças, morremos velhos enrugados
Vivemos a vida, pensamos na prosperidade
Somos jovens, somos instáveis
Somos adultos, mas ainda não somos responsáveis
Fingimos a precupação, procura-mos a felicidade
No fim estamos sós, no escuro sepultados
Somos um grão de areia na praia da vida
Ou talvez uma rosa, num jardim florido
Uma gota no oceano, uma lagrima perdida
Um sonho vivido, mas nunca agradecido
Olhos no céu, numa noite estrelada de verão
Brisa quente, cheiro a maresia
Calor no rosto, sente-se ao escrever poesia
Do inverno gelado, ao verão ardente
Passam as paixões, marca-se a mente
Sonha-se a ilusão, ilude-se o sonho
Pede-se o impossivel, agarra-se a razão
Acorda-se enfim, ve-se a realidade
Não se pede o impossivel, basta a felicidade
Olha-se em volta, sem temer o que é medonho
Levantamo-nos para a vida, evitamos a tentação
Valerá a pena, passar assim por este mundo
Querer e não ter, andar e não voar
Amar, mas não querer dar
Entra-se no abismo, como no mar profundo
Avança-se no escuro, sem saber o que nos espera
Olha-se com amor, nota-se que o sentimento nos fulmina
Leva-nos ao delirio, ataca-nos como uma fera
Mata-nos, devora-nos, mas é como uma luz que nos ilumina
Andam os segundos, vão-se as emoções
Passam os minutos, vão os sentimentos
Correm as horas, vão-se os juizos
Voam os dias, meses e anos, resta-nos os momentos
Aqueles especiais, para sempre nos corações
Pensamos depois, na vida e nos seus prezuizos
Nascemos crianças, morremos velhos enrugados
Vivemos a vida, pensamos na prosperidade
Somos jovens, somos instáveis
Somos adultos, mas ainda não somos responsáveis
Fingimos a precupação, procura-mos a felicidade
No fim estamos sós, no escuro sepultados
Somos um grão de areia na praia da vida
Ou talvez uma rosa, num jardim florido
Uma gota no oceano, uma lagrima perdida
Um sonho vivido, mas nunca agradecido
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