Por do Sol
docarmo
Existe no ambiente um murmurio de queixume
De desejos de amor, de ais reprimidos
Uma ternura espalhada como latidos
Sinto o esmorecer como o teu perfume
As rosas murcham no jardim
E o arome que exalam pelo espaço
Tem contornos de prazer e de cansaço
Nervosos, femininos, como só tu assim
Sinto espasmos, agonias de uma ave
Irreparáveis, minimas, serenas
Tenho entre as mãos ainda o toque das tuas mãos pequenas
O meu olhar, no teu olhar suave
As tuas mãos simbolo de alegria
OS teus olhos tão meigos de tristeza
É este o escurecer agora da minha natureza
Este vago por do sol no fim do dia
De desejos de amor, de ais reprimidos
Uma ternura espalhada como latidos
Sinto o esmorecer como o teu perfume
As rosas murcham no jardim
E o arome que exalam pelo espaço
Tem contornos de prazer e de cansaço
Nervosos, femininos, como só tu assim
Sinto espasmos, agonias de uma ave
Irreparáveis, minimas, serenas
Tenho entre as mãos ainda o toque das tuas mãos pequenas
O meu olhar, no teu olhar suave
As tuas mãos simbolo de alegria
OS teus olhos tão meigos de tristeza
É este o escurecer agora da minha natureza
Este vago por do sol no fim do dia
Português
English
Español