ALMA DE POETA
Alberto de Castro
Mais um ano se passou...
Após tantos caminhos
e tantas jornadas,
tento me esconder na minha sombra.
Estou com a alma ferida
e o coração inquieto,
só consigo ver através
da paisagem sem folhas.
Após uma longa greve
dentro da minha alma de poeta,
consigo contemplar um novo rosto
e sentir que as minhas janelas
estão novamente abertas para o ar.
Nada é impossível de mudar.
Após tantos caminhos
e tantas jornadas,
tento me esconder na minha sombra.
Estou com a alma ferida
e o coração inquieto,
só consigo ver através
da paisagem sem folhas.
Após uma longa greve
dentro da minha alma de poeta,
consigo contemplar um novo rosto
e sentir que as minhas janelas
estão novamente abertas para o ar.
Nada é impossível de mudar.
Comentários (1)
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ania_lepp
2019-04-18
Sempre é tempo de abrir as janelas da alma para um novo reflorir! Parabéns Alberto, poema lindíssimo, amei ler! abraços...
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