A vida e a morte
Aristóteles

A vida passou em frente à morte
Toda vaidosa em cores sem conta
E riu da morte gargalhou em pompa
Zombou gracejando dela a má sorte
Correu faceira se pensando eterna
Andarilha do infortúnio descuidada
Não gozou seus dias em quase nada
Nem viu a morte que seguia sorrateira
Então deu-se as vaidades e orgulho
Nas riquezas tesouros fez embrulho
Guardando pro futuro ao Deus dará
No fim o espelho à olhou já velha
Recordando o passado em passarela
Ouviu morte dizer... Enfim vou te levar
Justo em surpresa aparece lá e cá
Morte encrenqueira vem pra chatear
Comentários (1)
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joao_euzebio
2012-08-12
Que belo poema tua sensibilidade nos deu pois esta realidade nos ensina que em nossos caminhos tudo devemos respeitar para que sejamos respeitado amado e amar.Parabéns
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