NOTURNO



A noite
e suas silentes vagas,
e seus intransitivos escuros,
e seus incompreensíveis
segredos;
mas tão sublimemente
alheia a noite
- e assim tão inocente -,
que não nos
resistimos a estuprá-la iluminá-la
com nossas sencientes
refulgências.
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