IMAGINATION

... o poder da imaginaçao e da reflexão pode te transporter a qualquer lugar, filosófica, onrica, especial ou desejosamente.
Com ele, podes amar anjos, colecionar borboletas, plantar um parasidíaco jardim ou levar um herói ou heroína para a cama, com quem vai foder.
Não obstante, em praticamente todas as vezes que a invoca (a imaginaão e a reflexão) para escrever filosofia ou poesia, costuma nos ser mais útil, para a eficácia da mensagem, para sua veracidade mais bem firmada e para a beleza plástica da arte, sobretudo a poética, a dor de parto derivada das quedas de tudo que sublimemente nos permitirmos imaginar e que, de algum modo, a realidade não vai permitir ou em algum momento nos retirar, com a separaração, com a traição ou com a morte.
Então, em tudo, seja para escrever, para sonhar, para poetisar, para compor músicas, para pintar um quadro, para amar e até para foder, eu digo que há causas e consequências. E assim sendo, se as dores de parto são frequentes e exageradas, parimos tantas sombras, dores e descrenças que precisamos visitor a superfície, para descanso, procurando nos server de saladas.
Igualmente quem vive a comer carnes e a beber água fresca na superfície pode sentir um vazio tale m determinado momento, que sentirá falta da mergulhar mais profundamente.
O que acontece é que, quem costuma viver no fundoo, vai facilmente `superfície inventor um sonho e dar uma trepada para se descansas; mas quem se habitua demasiado a habitar a superfície, quando vai ao fundo rapidamente lhe há carestia de oxigêncio, fazendo com que ele não dure muito tempo naquele lugar.
E pode parecer que não, mas é exatamente essa a diferença entre gigantes como Nietzsche, Pessoa, Shopehauer, Eintein, Freud, etecetera e seres microbianos da superfície que passam suas vidas dizendo amar e vadiando sem deixar nem rastros.
Então, amiga, não sugeriria tu deixares o vício de poetisar, posto que o trocará por outro que apenas pensarás te aliviar, mas que certamente causará, a longo tempo, piores consequências, entre as quais está a de começar a discerner um pouco embaçadamente o que realmente ocorre no mundo real e nos sonhos e fantasias que usamos como abrigo dos cansaços e das dores de nele habitarmos.
De qualquer forma, sseja como tuas escolhas à estradao, tudo dependera de fatores como a direção escolida, a força imposta para eficácia do caminhar ou do sonhar na direção escolhida, a escolha sobre se solitariamente ou sobre, se não, com quem andar em sonhos e em realidade (pois são realmente dois caminhares distintos e não necessariamente interligados), e dos momentos escolhidos para estares num (real) ou nouteo (imaginário) local.
À parte isso, digo que a mente sapiens a tudo pode. E a mente sapiens ilimitadamente pode. Mas só o pode se a si mesma se libertar da pseudovastidãao que pensa ter e conquistar a verdadeira vastidão que realmente tem, fazendo-a vigorar no caminho das margens reais, nas onirias, nas fantasias, nas poesias, nas poesias, nos pensamentos sobre o ser, as coisas e o cosmo e até sobre o desejo, os êxtases e os orgasmos.
Partilarmente sobre a poesia, e isto vale para tudo, Nietzche cometeu erros graves e um deles foi achar que para ser forte seria primeiro preciso pensar ser forte. E eu te digo, lindíssima beldade, pensar não significa ser ou voar, é preciso realmente ser e voar.
Por fim, quero dizer que não posso nem consigo te excluir e que estás na cabeceira de meu leito, no cellular quando leio teus poemas e, de uma ou outra forma, portanto presente. E que, do mesmo jeito, com nada deves te preocupar e a nada temeres, e por nada te entristeres ou te constrangeres, pois eu também estou contigo em teu trabalho, em tuas andanças e em teu leito, com minha poesias mal traçadas e com meus pensamentos mal delineados.
E, em eu estando aí, sou um prato teu, e só teu, com o qual, com tua magnifica capacidade de pensar, de imaginar ou de sentir podes me tomar na hora em que quiseres e do modo que quiseres a contento, satisfação ou prazer teu.