ALVORADA
Maria Antonieta Matos
Tudo parecia calmo e puro,
No silêncio da alvorada,
Parecia sair de um casulo,
A luz há tanto esperada.
Não se adivinhava o sono,
Estava demasiado inquieta,
A noite era de Outono,
Fiquei de janela aberta.
Voavam livres os passarinhos,
Correndo aos bandos no céu
Outros aconchegavam-se no ninho
De cabecinhas ao léu.
Num sossego de pura calma,
Olhava tal esplendor,
Não augurava vivalma,
Neste sonho multicolor.
Ouviam-se pouco a pouco,
Murmúrios de gente a passar,
E não tardou o alvoroço,
Para o pensamento molestar.
Sentia os olhos pesados,
Mas não podia dormir,
Tinha o cérebro revirado,
E o barulho a consumir.
Maria Antonieta Matos 29-09-2011
No silêncio da alvorada,
Parecia sair de um casulo,
A luz há tanto esperada.
Não se adivinhava o sono,
Estava demasiado inquieta,
A noite era de Outono,
Fiquei de janela aberta.
Voavam livres os passarinhos,
Correndo aos bandos no céu
Outros aconchegavam-se no ninho
De cabecinhas ao léu.
Num sossego de pura calma,
Olhava tal esplendor,
Não augurava vivalma,
Neste sonho multicolor.
Ouviam-se pouco a pouco,
Murmúrios de gente a passar,
E não tardou o alvoroço,
Para o pensamento molestar.
Sentia os olhos pesados,
Mas não podia dormir,
Tinha o cérebro revirado,
E o barulho a consumir.
Maria Antonieta Matos 29-09-2011
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