Escritas

Meu encantado violão

Aristóteles
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Meu encantado violão

Deixei o violão guardado no passado

Junto as minhas paixões lá escondido

Já que minha vida num rumo perdido

perdeu o som dos cantos já calados



Serestas embalavam meus momentos

Seguindo os rumos da vida deixei fora

Mas em recordações vem como outrora

Vivas mostram imagens e sentimentos



E triste relembro nas velhas canções

Que embalaram meus dias de emoçoes

fechando a página da noite em magia



Tentando relembrar sonho acordado

Ouvindo um violão num disco já cansado

Seresta solitária da minha nostálgia



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Comentários (2)

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Ilza Castro
Ilza Castro
2019-07-24

Li essa poesia em um livro de poesia de Castro Alves quando eu tinha 13 anos de idade. Esse livro ganhei de minha mãe. Nunca mais esqueci essa poesia. Amo poesias, romantismo, versos, em fim....

joao_euzebio
2012-08-06

Belos tempos de serestas das modas antigas de tudo o que a saudade nos da e guarda nas lembranças foi bom viver tudo isso está lindo um abraço.