Escritas

Insônia e poesia

Alma e Gort
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Detive a ansiedade no velho coração

Tempo que de inquietação gritava

Mas ele nem ouviu a minha petição

Intenso o amor ainda o despertava

Lá fora olhando a noite enluarada

Como boêmio em noite taciturno

Silente ouvia algum cantar noturno

Na placidez da escuridão calada

Imaginando em tudo meu momento

O outono o cair das folhas ao vento

Era uma estação de um tempo findo

Vivi o amor em todos seus momentos

Relicários de amoções idas ao vento

Já sonolenta vejo madrugada vindo





























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Comentários (2)

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joao_euzebio
2012-08-01

Seus poemas são como buques de flores são como raios de sol adentrando a cortina são como sussurros ao vento que assoviando passa e nos diz é pura poesia. Lindo Parabéns

Larissa Rocha
2012-07-31

lindo poema!