O QUE SE TORNA SAUDADE
Paulo Sérgio Rosseto
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Nas arruaças do tempo
O que se torna saudade
São os acasos e as esquinas
Suavemente abraçadas
Degustadas e enlouquecidas
Pela imensidão serena do olhar
As informações, os colares
Repletos das grandezas ousadas
Às voltas por linhas tortas
Na face morna e morena
Das tardes, noites, manhãs
São prazos perdidos, instados
Nas curvas planas, revoltas
Flanadas em um mar carmim
Então nesse espelho a vida
Furtiva, ousada, enrustida
Namora e se entusiasma
No amanhã que certamente volta
E que se torna saudade
E se reapresenta simples
Feito janela barroca
Que se abre pensada e se fecha louca
Debruçando seu dorso em mim
O que se torna saudade
São os acasos e as esquinas
Suavemente abraçadas
Degustadas e enlouquecidas
Pela imensidão serena do olhar
As informações, os colares
Repletos das grandezas ousadas
Às voltas por linhas tortas
Na face morna e morena
Das tardes, noites, manhãs
São prazos perdidos, instados
Nas curvas planas, revoltas
Flanadas em um mar carmim
Então nesse espelho a vida
Furtiva, ousada, enrustida
Namora e se entusiasma
No amanhã que certamente volta
E que se torna saudade
E se reapresenta simples
Feito janela barroca
Que se abre pensada e se fecha louca
Debruçando seu dorso em mim
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