ATRIZ
Paulo Sérgio Rosseto
Procura o sorriso claro, impar
Deixado talvez colorindo
Junto às manchas reunidas
Arrancadas dos panos usados
Pendurados entre as chaves
Dos chuvosos dias de fim de outono
Busca aonde a chance da morte não bate
Próximo às pegadas no barro
Das estranhas estradas desertas
Ou nas peneiradas areias
Seladas por ventos firmes
Em ritmos, rimas e suores
Traz suas doces uvas maduras
Para o nosso vinho evoluir
Decantar nos silêncios confiados
Aos caramanchões solitários
Enlevados pelas vivendas
Enevoadas e em nada iluminados
Cuidarei das pétalas amarelas
Dos aromas e do risco
Decepando as percepções
Os preconceitos entre o palco
O carisma, a praça, o júri
A plateia, o vinco e a taça
Deixado talvez colorindo
Junto às manchas reunidas
Arrancadas dos panos usados
Pendurados entre as chaves
Dos chuvosos dias de fim de outono
Busca aonde a chance da morte não bate
Próximo às pegadas no barro
Das estranhas estradas desertas
Ou nas peneiradas areias
Seladas por ventos firmes
Em ritmos, rimas e suores
Traz suas doces uvas maduras
Para o nosso vinho evoluir
Decantar nos silêncios confiados
Aos caramanchões solitários
Enlevados pelas vivendas
Enevoadas e em nada iluminados
Cuidarei das pétalas amarelas
Dos aromas e do risco
Decepando as percepções
Os preconceitos entre o palco
O carisma, a praça, o júri
A plateia, o vinco e a taça
Comentários (1)
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SergioRicardo
2017-10-02
As seis faces do poema. Uma face elegante, uma face solene, uma face medida, uma face contida, uma face pensada, uma face exata.
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