FIM DO MUNDO
Christian Siqueira
Todo dia o mundo acaba!
Todo dia uma respiração
Asmática,
Eu já nem sei quando foi,
Qual data. quando tornou
A mim tristeza.
Entre os olhos que percebem
Meu estado, espelho, banheiro,
Reflete meu desespero vidrado.
Minha proteção é meu lençol,
Lembro-me do que ja vivi.
Nunca me entendi.
Perco-me, todo dia.
Não sei exatamente o dia que
Me perdi.
O mundo me destrói todo dia,
No amanhacer, na falta de motivo.
O que é mais um dia vivo?
Retratem a beleza, pois estou cego.
O não querer querer algo, rápido,
Sagaz, dilacerou-me pelo avesso.
Por que insistir?
Todo dia o mundo acaba.
Todo dia uma lagrima escorre.
Quem fara cessar?
Todo dia uma flor de despedida
Em uma tumba precoce.
Todo dia o mundo acaba!
Menos a vontade egoísta e medrosa
De não entender o descanso.
Todo dia uma respiração
Asmática,
Eu já nem sei quando foi,
Qual data. quando tornou
A mim tristeza.
Entre os olhos que percebem
Meu estado, espelho, banheiro,
Reflete meu desespero vidrado.
Minha proteção é meu lençol,
Lembro-me do que ja vivi.
Nunca me entendi.
Perco-me, todo dia.
Não sei exatamente o dia que
Me perdi.
O mundo me destrói todo dia,
No amanhacer, na falta de motivo.
O que é mais um dia vivo?
Retratem a beleza, pois estou cego.
O não querer querer algo, rápido,
Sagaz, dilacerou-me pelo avesso.
Por que insistir?
Todo dia o mundo acaba.
Todo dia uma lagrima escorre.
Quem fara cessar?
Todo dia uma flor de despedida
Em uma tumba precoce.
Todo dia o mundo acaba!
Menos a vontade egoísta e medrosa
De não entender o descanso.
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