Coração forasteiro
Aristóteles
Sei realmente que meches comigo
E em sentido que o tempo apaga
Branca nuvem sombreando a alma
Repousa a vida daquilo que digo
Sentido do que foi e nada se sabe
Destino que luta em tempo findo
Ja nada sabe daquilo que vai indo
Nu pensamento que mais nada cabe
Fugindo do dia que exangue segue
Ver-se na noite fria o que se negue
De tudo que poderia ser a dor
Forasteiro sem rumo vaga sem seu lar
Ainda vive o andarilho que tentou amar
Comentários (1)
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joao_euzebio
2012-07-18
Percorri cada palavra como se fosse um sinal onde o amor se escondeu e ali revelou se de tal forma que acabei sentindo o que realmente procurei. Parabéns
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