Guardião de segredos
Michel Proenca
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Em meio a selva escura,
Densa,
a passos curtos,
arrasta-se o longevo.
A passos curtos,
a mente vaga, distante,
neste mundo tão cinzento,
neste mundo tão cinzento,
que um dia relumbrastes.
A tempos relumbrara,
lhe resta apenas
memórias vagas,
memórias fracas.
Caminha,
Longevo,
em meio a selva escura,
a mente distante,
buscando um instante,
ao menos um instante
de sua alegre infância.
Só, entre a turba,
lamenta...
- ó tempo, guardião de segredos...
Me leve consigo,
pois já estou esquecido.
Me leve,
Me mostre, ido,
meus tempos de menino.
Densa,
a passos curtos,
arrasta-se o longevo.
A passos curtos,
a mente vaga, distante,
neste mundo tão cinzento,
neste mundo tão cinzento,
que um dia relumbrastes.
A tempos relumbrara,
lhe resta apenas
memórias vagas,
memórias fracas.
Caminha,
Longevo,
em meio a selva escura,
a mente distante,
buscando um instante,
ao menos um instante
de sua alegre infância.
Só, entre a turba,
lamenta...
- ó tempo, guardião de segredos...
Me leve consigo,
pois já estou esquecido.
Me leve,
Me mostre, ido,
meus tempos de menino.
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