Mesma História
guiga
Chega a hora que tudo cansa
São as mesmas histórias, as mesmas juras:
Trocam-se as pessoas, trocam-se as figuras
permanecem os fatos.
E fazem juras como a morte, esse amor
Amor que na verdade nunca existiu
existiu apenas uma carência cadenciada,
de dois seres que amaram apenas as juras trocadas
juras que com o vento partem, e se adentram no coração de outros,
outros os quais tentam amar, mais uma vez.
E revivem a morte de amar assim
sem saber que, na verdade, não se ama.
Apenas com palavras.
São as mesmas histórias, as mesmas juras:
Trocam-se as pessoas, trocam-se as figuras
permanecem os fatos.
E fazem juras como a morte, esse amor
Amor que na verdade nunca existiu
existiu apenas uma carência cadenciada,
de dois seres que amaram apenas as juras trocadas
juras que com o vento partem, e se adentram no coração de outros,
outros os quais tentam amar, mais uma vez.
E revivem a morte de amar assim
sem saber que, na verdade, não se ama.
Apenas com palavras.
Comentários (3)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
guiga
2012-10-25
<span style="font-size: 11px;"></span>Po cara obrigado<span style="font-size: 10px;"></span><span style="font-size: 11px;"></span>
Chico Lira
2012-10-25
Muito bom o seu poema! Escreves com mansidão e uma pitada de rejeição nos teus punhos.... (Gostei de: "Trocam-se as pessoas, trocam-se as figuras/ permanecem os fatos) Somos todos deveras eternas marionetes do tempo! Parabéns Guiga...
Português
English
Español