ATRÁS DAS PORTAS

Paulo Sérgio Rosseto
Paulo Sérgio Rosseto
1 min min de leitura

Seria simples entender as dores
Armazenadas em pastas passadas
Na memória dos soldados
Que em repouso dormem

Lembranças que pesam seus tiros
Alardeados em forma de conceitos
Defendendo preceitos básicos
Junto às situações sempre amorfas

Parte da rua recolhe as armas
Outra revive suas histórias reunidas
Dispostas nos acervos e desacertos
Como varrer a sala, os cômodos

Sem desprezar a sujeira nos quintais
Os neurônios advogam sob a causa
Insistindo que felicidade é o cumprimento
Dos riscos das suas esperanças

Salve comigo homem da labuta
Compartilha manjares sem sofrer
Nas manhãs em que os sóis esquecem
Suas presas derretidas atrás das portas

1 539 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.