Choro
Choramos quando nascemos
E alguém chora quando morremos
E quem não sabe chorar
Não sabe sorrir
Não sabe perder
O choro é o bálsamo da alma
É deixar partir quem precisa ir
Desapegar-se das angústias
E se deixar embalar pela ciranda da vida
Chorar é lavar a alma
Como a chuva irriga a planta
É fazer uma faxina nas gavetas dos nossos fantasmas
É dar um grito de liberdade de tudo aquilo que ficou aprisionado
Sorrir é necessário
Mas se pode chorar de felicidade
Não se chora somente de tristeza
Chora-se porque precisamos dissipar as correntes dos medos
Que são como conchas machucadas que precisam ser abertas
Se não como poderíamos descobrir a beleza que há nela ?
E alguém chora quando morremos
E quem não sabe chorar
Não sabe sorrir
Não sabe perder
O choro é o bálsamo da alma
É deixar partir quem precisa ir
Desapegar-se das angústias
E se deixar embalar pela ciranda da vida
Chorar é lavar a alma
Como a chuva irriga a planta
É fazer uma faxina nas gavetas dos nossos fantasmas
É dar um grito de liberdade de tudo aquilo que ficou aprisionado
Sorrir é necessário
Mas se pode chorar de felicidade
Não se chora somente de tristeza
Chora-se porque precisamos dissipar as correntes dos medos
Que são como conchas machucadas que precisam ser abertas
Se não como poderíamos descobrir a beleza que há nela ?