FEL AMARGO

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
1 min min de leitura
Corpo meu
Da morte anticipada  
Que seja a qualquer hora
Quebra-se os ossos
Nas sepulturas da minha ilusória
Quimera nua, corpo ferido
Sinistro choro, fantasma impiedoso
Amante silencioso, poço insalubre
Fel obsceno a toda hora.
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