Escritas

Bolhas de sabão

Laércio Jose Pereira
Todas as manhãs eu te invento,
Ponho-te na palma da mão e solto ao vento.
Depois, feito um louco, saio à tua procura.
Muitas vezes eu encontro,
Todas as vezes tu és bolha de sabão.
Pacientemente, na próxima manhã, eu te invento,
Ponho-te na palma da mão e solto ao vento.

Google+
506 Visualizações

Comentários (2)

Iniciar sessão para publicar um comentário.
Rosângela França de Melo
Rosângela França de Melo
2021-10-04

De beleza singular, nascidos das mãos de minha poeta predileta! Obrigada, Adélia! Grata, também, a quem organizou a página!

Lucas
Lucas
2019-04-03

Ajudou com o meu dever=)