Bolhas de sabão
Laércio Jose Pereira
Todas as manhãs eu te invento,
Ponho-te na palma da mão e solto ao vento.
Depois, feito um louco, saio à tua procura.
Muitas vezes eu encontro,
Todas as vezes tu és bolha de sabão.
Pacientemente, na próxima manhã, eu te invento,
Ponho-te na palma da mão e solto ao vento.
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Ponho-te na palma da mão e solto ao vento.
Depois, feito um louco, saio à tua procura.
Muitas vezes eu encontro,
Todas as vezes tu és bolha de sabão.
Pacientemente, na próxima manhã, eu te invento,
Ponho-te na palma da mão e solto ao vento.
Comentários (2)
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Rosângela França de Melo
2021-10-04
De beleza singular, nascidos das mãos de minha poeta predileta! Obrigada, Adélia! Grata, também, a quem organizou a página!
Lucas
2019-04-03
Ajudou com o meu dever=)
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