TÃO PERTO E TÃO LONGE
Maria Antonieta Matos
Tão longe que vejo, sem ver,
Atinando no meu sentir,
Que às vezes me leva a querer,
Que o sentido está a ouvir.
Tão perto parece tão longe,
Quando reina a indiferença,
Que nem o isolado monge,
Nutre tamanha diferença.
Tanta gente que existindo,
Não existe... desmoralizada,
Por alguém que está partindo!
Tanta criança sem ter nada,
Entregue ao próprio destino,
Com a vida amedrontada!
Maria Antonieta Matos 24/09/2016
Atinando no meu sentir,
Que às vezes me leva a querer,
Que o sentido está a ouvir.
Tão perto parece tão longe,
Quando reina a indiferença,
Que nem o isolado monge,
Nutre tamanha diferença.
Tanta gente que existindo,
Não existe... desmoralizada,
Por alguém que está partindo!
Tanta criança sem ter nada,
Entregue ao próprio destino,
Com a vida amedrontada!
Maria Antonieta Matos 24/09/2016
Comentários (2)
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maria_matos
2019-01-28
Obrigada pela análise do poema.
2017-01-22
Ótimo poema! Faz-me pensar a respeito do mundo hoje em dia: gente que existe, mas parece que não vive.
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