Epílogo
susete evaristo
Epílogo
Julguei que na distância te esquecia...
Sem dor, sem qualquer ressentimento
Mas no tempo que passa dia, a dia
Nunca tu me sais do pensamento.
Não tenho mais prazer, ou alegria
Nem a luz do sol me dá algum alento
E o meu olhar que sempre te sorria
Só tem nos dias de hoje sofrimento
Sempre que lembro o jeito do teu ser
E a ternura que tinhas ao me ver
E o doce reluzir do teu olhar ...
Amargo a minha desventura
Fecharam-se as portas da ventura
Que a vida tem só tristeza p'ra me dar.
Julguei que na distância te esquecia...
Sem dor, sem qualquer ressentimento
Mas no tempo que passa dia, a dia
Nunca tu me sais do pensamento.
Não tenho mais prazer, ou alegria
Nem a luz do sol me dá algum alento
E o meu olhar que sempre te sorria
Só tem nos dias de hoje sofrimento
Sempre que lembro o jeito do teu ser
E a ternura que tinhas ao me ver
E o doce reluzir do teu olhar ...
Amargo a minha desventura
Fecharam-se as portas da ventura
Que a vida tem só tristeza p'ra me dar.
Comentários (1)
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joao_euzebio
2012-05-23
Bonito poema apesar de cheio de dores mas o amor é assim ele vem revira nossas vidas e nos deixa perdidos Parabéns.
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