Escritas

Amor Ilibado (soneto)

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Amor Ilibado (soneto)

O que a vida fez do meu sonho lindo
Sonho puro, que minh’alma quebrantou
Ele passou, qual veloz tufão infindo
Arrasando ao abismo, o sonho que criou

A partida, foi o início do tormento
Dilacerou o meu pobre coração
O teu, ficou sorrindo sem lamento
O meu peito sofrendo de emoção

Não pude fugir ao ledo engano
Por mais que eu mesmo relutasse
Sofri, às duras penas, esse dano

Parti em busca de uma pátria nova,
Como de dor minha’alma se esgotasse
- De vivo morto, foi a minha prova !

São Paulo, 16/07/2007 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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