Escritas

A C a n d u r a

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No murmurejar incessante da fonte
Corre água pura, branca, cristalina
A brancura dessa água nos ensina
Que turva, se for cair fora da fonte.

Como ela é a candura feminina
Precisa de muito viço e cuidado
Não misturar a candura ao pecado
Para não turvar a pureza angelina

Teu ego, na limpidez alabastrina
Envolvido por ternuras blandiciosas
Não deixará perceber quão mentirosas
As carícias recebidas em surdina

Para não seres tua própria vítima
Nunca deixes cair tua moral
Que a carícia jamais te arraste ao mal
Par obteres a vitória legítima.

São Paulo, 07/05/64

Armando A. C. Garcia

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Comentários (6)

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2025-11-06

Colar de coralina

edits
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2021-10-15

eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee,quem te perguntou?

Juliana
Juliana
2021-06-16

muito bom o poema da Cecilia eu amo os poemas dela

Girlaine
Girlaine
2019-10-29

Acabei de terminar meu trava lingua,mas nao vou escrever pra postar aqui porque ele ta grandinho....... É tipo um poema de trava lingua........

Girlaine
Girlaine
2019-10-29

vou fazer um trava lingua cm esse poema..........