HÁ CINZENTOS DIAS
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Há dias cinzentos que nos embrulham
De cinzas quentes como o pó na alma
Onde enlaçamos a liberdade no espaço
Sentimos na terra, orvalho da madrugada
São talvez de breves silêncios, os nossos
É amor em gestos das noites e dos dias
Palavras de sombras, sorriso perfumado
Cobre-me com o teu véu poético, não vês?
Se arder então é paixão, é nos teus braços
Que podes aquecer assim o meu coração
Matas todas as sombras que me agonizam
Para beijar o que de melhor há dentro de mim.
De cinzas quentes como o pó na alma
Onde enlaçamos a liberdade no espaço
Sentimos na terra, orvalho da madrugada
São talvez de breves silêncios, os nossos
É amor em gestos das noites e dos dias
Palavras de sombras, sorriso perfumado
Cobre-me com o teu véu poético, não vês?
Se arder então é paixão, é nos teus braços
Que podes aquecer assim o meu coração
Matas todas as sombras que me agonizam
Para beijar o que de melhor há dentro de mim.
Comentários (2)
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namastibet
2020-02-12
gosto da sua poesia mas por vezes a minha faceta humorística sobrepõe-se , peço desculpa (continue)
António Fonseca
2018-05-16
Cinzentos dias que se podem tornar em dias ou momentos coloridos, bastando para isso destapar o teu véu poético. ?
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