AMAZÔNIA !
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AMAZÔNIA !
Motosserras, correntões e queimadas!
Transformam o verde em vermelho, o dia em noite
Expansionismo geométrico de mourões
Toras de jacarandá e mogno, são serradas
De pau-brasil e cerejeira, sem açoite
Deixando ricos, ilustres figurões ...
Choram a mata atlântica e as pobres mariposas
Chora a fauna e a flora a cada derrubada
Só não chora, o vil do rico fazendeiro
Nem o extrativista de gemas preciosas.
Ajuste de assentamentos, libera a queimada
Amazônia é dominada com o nosso dinheiro !
Com tais recursos, no mundo não há igual
Região de flora exuberante em variedade
Seringueiras donde se extrai a borracha
Castanhas-do-pará. Ouro, o rei metal
Peroba, ipê, madeira de alta densidade
P’ra coibir, só o Governo apertando a tarracha
Tem calcário, cassiterita, estanho e cobre
Ouro e diamante em grande profusão
Ferro e manganês, recursos infindáveis
Exploração que a realidade encobre
Com terrível disputa pela terra em vão...
Nem seus pobres rios ficam intocáveis !
São Paulo, 16/10/2008
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Motosserras, correntões e queimadas!
Transformam o verde em vermelho, o dia em noite
Expansionismo geométrico de mourões
Toras de jacarandá e mogno, são serradas
De pau-brasil e cerejeira, sem açoite
Deixando ricos, ilustres figurões ...
Choram a mata atlântica e as pobres mariposas
Chora a fauna e a flora a cada derrubada
Só não chora, o vil do rico fazendeiro
Nem o extrativista de gemas preciosas.
Ajuste de assentamentos, libera a queimada
Amazônia é dominada com o nosso dinheiro !
Com tais recursos, no mundo não há igual
Região de flora exuberante em variedade
Seringueiras donde se extrai a borracha
Castanhas-do-pará. Ouro, o rei metal
Peroba, ipê, madeira de alta densidade
P’ra coibir, só o Governo apertando a tarracha
Tem calcário, cassiterita, estanho e cobre
Ouro e diamante em grande profusão
Ferro e manganês, recursos infindáveis
Exploração que a realidade encobre
Com terrível disputa pela terra em vão...
Nem seus pobres rios ficam intocáveis !
São Paulo, 16/10/2008
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Comentários (2)
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ANA ELISA
2022-09-12
Esse poema e muito interessante
joao_euzebio
2012-05-15
Eu também chorei com cada folha caída com cada saudade sentida com cada barulho do motor com cada pétala de flor que caia despedaçando nossos sonhos como despedaçam nossas florestas. Parabéns Armando estamos contigo.
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