Escritas

óbito do obvio

teka barreto

Castrada a homeopática Mente

Desconectada lentamente

Do senti-se... pleno

Limitar tornou-se jargão

Padrão acordado no porão

Condução por indução aceito
por maioria em urnas de votação

Indulto forjado como presente

por liberdade... provisóriaMente
merecida

Vida irrisória... minguada... inanimada

"inamante"
vida tolhida
reclusa
na cela fria

Conduzida a falência
logo na adolescência

Criminosos inocentes
moldados por conveniencia
e
conivência
sociopata

Lobotomizados por sistemas
conveniados
à uma
geral apátia

Escolas deformantes... transgênicas

Soluções genéricas... baratas

Arte do nada claro
ticados e anotados
como
vistos

Discursos certeiros...

Mascaram intenções ocultas

Sofremos de uma cegueira diurna

Um quadro negro nos acompanha
bem à frente

Futuro nebuloso
nos apagaram o saber in natura
em salas
quadradas
e
frias... filas

Enquadros em primeiro plano

Humanoides... subjulgados
torturados
como ratos
esgotados

Órfão de um País "podre... de Rico"

A vida tornou-se "planaMente" sem sentido e

Cheia de NADA!
com toda a pseudo... Razão

Quebrar as grades é SER
como primeiro princípio

para poder rever...
num segundo
o
quadro negro
sendo
iluminado

Sem fugir do escuro nem cobrir a cara

Ver e sentir o mal
impregnado
sem desviar os olhos

sentir o cheiro
sentir o asco
sentir o nojo
sentir o ódio
sentir
as
entranhas
as
víceras

perceber
o que
te
estranha

compreender
de
imediato
o pesadelo pulverizado ar

Baixar cabeça não vai ajudar

Sentir...
O QUE REALMENTE SENTES
É PODER, que vai ALÉM...

poder de SER real
Poder SER o que realmente sentes
E
NÃO
MENTE

Ser
Consciente

Desfaz a ilusão... O feitiço

Estamos hipnotizados

Valendo menos que um cão...
Meu irmão

NOSSA HUMANIDADE
ESTÁ APRISIONADA
NA
ANIMALIDADE

NÃO SOMOS AINDA
CIVIS
SOMOS MEROS SERVIS

socialistados
em códigos
e barras

Servimos a um sistema
natimorto

onde o obvio apego
e o nosso MEDO

se recusam a aceitar
o
óbito
do
obvio





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