Amar semelhante

Não te amo mais
nem teu corpo mais... quero
é meu limite terreno
de amor tão imenso
quase total
num mortal

imortal é tudo que te penso
imaginar
ao amar semelhante
ao que em mim há

chegas a duvidar
crendo-se menos

que o proprio amor
a derivar
do
céu aberto

esferas se atraem
para nos
dar prazer

estrelas se rendem silentes
diante dos lábios inocentes
criando gotas de águas e brilhos

brotamo águas
em jorro
nas fonte de amor corporais
outrora sedentos
do vivo
hidrogenio

nossa química
é física
força poética
como saberes
com sabores
de
filosofia
e
ética

Voltamos a unidade
sem a adversa
idade

saimos do tempo/espaço
nos braços
de um cometa

cometes um erro divino
se achas que te amo ao menos




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