Escritas

Mundo Tolo

Szabó Tibor

Pedras gigantes abordam meu caminho.

Tempestades errantes me seguem.

A todo instante tenho sede de vinho,

E fome de pão.

Vinho o amor que venero.

Pão o amor que espero.

O mundo morre aos poucos...

De pura fome e sede, morre o mundo.

Todos estão por dentro ocos.

Vazios de sentimento, no fundo.

Guerras, discussões e mortes.

Mundo tolo...

Que imagina estar a justiça na igualdade.

A igualdade? Respondo-te: seria trocar olho por olho,

De acordo com o mundo da infelicidade...

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