Tempo de Solidão
O relógio bate...
Meia noite.
Alguns, morrem...cansados de seu dia.
Outros...se mantém acordados, todavia.
Uma bela coruja de olhos grandes,
Anuncia: Eles chegaram!
A terra estremece...
O céu escurece...
Todos se deitam.
Mas ninguém adormece.
Eles chegaram...
São eles, que minha alma perturbam,
Que do horizonte surgem cada dia mais...
São uma razão dentre tantas outras.
Donde sem Eles morreria.
Valem da vida aquilo que carregam.
Sentir e viver é algo que nunca negam.
Com Eles morro a cada dia.
E toda noite renasço de suas cinzas.
Pois me lembram daqueles momentos,
Em que a felicidade está escondida,
Muitas vezes entre a sombra e a própria luz.
Entre a alma e a própria pele.
Está em ti.
Me trazem dor e felicidade.
Do fundo de meu peito, abordam minha respiração.
Toda vez...toda santa vez...
Na calada da noite.
Morro-me por Eles.
O relógio bate:
Meia noite.
Uma bela coruja de olhos grandes,
Anuncia: Os sentimentos chegaram!
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