Esperança
Szabó Tibor
A esperança não se sente.
Ela caminha contigo.
Teu consolo a todo instante.
Único sentimento que ainda sigo,
O pobre cego viajante.
Ela não é a última que morre,
É imortal por si só.
Me consola quando me abandona a sorte.
Desejando que me livre do pó.
Não sinto teu abandono...
Sinceramente...acho que não deveria.
Já que sou meu dono.
Ao passo que sei que não o seria,
Se não te amasse só no outono,
Mas em todos os tempos da vida.
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