Escritas

A Lua e O Mar

Szabó Tibor

O mar.

Tão paciente escultor.

Amar.

É o que deseja com fulgor.

Na areia da praia,

Arrasta tuas garras,

Prega tuas unhas,

Escala a terra.

A motivo de um objetivo...

Alcançar teu amor, quem no céu foi sepultado.

Acariciar, de leve, o lençol que a cobre, prateado.

A tão formosa lua, sem motivo,

Além do amor.

Oh mar!

Que amor foi arranjar?

E digo eu que amor assim, nem a lua merece,

Amor que em nenhum outro lugar,

Fenece terra, lua e mar...

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