DO OUTRO LADO
Fernando Cartago
Caindo lá dos céus sem avisar gotas translúcidas limpam o ar.
Em sua magnitude embeleza os campos, banhando as flores...
Deixando todas as dores evaporar, esta ebulição transforma meus
Sentidos no desespero da paixão.
Corro para as águas com o ingênuo desejo de lavar o coração.
O corpo todo molhado, um sorriso estampado convicto que a mágoa,
a angustia deslizaria para o chão. Apenas senti na pele o gelo e a chuva
cair na cabeça, martelando sem parar as gotas iluminam meus pensamentos
mais profundos e os olhos do peito avistam do outro lado seu semblante
me censurar.
A tempestade passa e a minha vontade de gritar não tarda, pois já esta bem
longe o meu amor... Afasta-se dizendo em seus passos nunca mais voltar.
Fernando Cartago
Em sua magnitude embeleza os campos, banhando as flores...
Deixando todas as dores evaporar, esta ebulição transforma meus
Sentidos no desespero da paixão.
Corro para as águas com o ingênuo desejo de lavar o coração.
O corpo todo molhado, um sorriso estampado convicto que a mágoa,
a angustia deslizaria para o chão. Apenas senti na pele o gelo e a chuva
cair na cabeça, martelando sem parar as gotas iluminam meus pensamentos
mais profundos e os olhos do peito avistam do outro lado seu semblante
me censurar.
A tempestade passa e a minha vontade de gritar não tarda, pois já esta bem
longe o meu amor... Afasta-se dizendo em seus passos nunca mais voltar.
Fernando Cartago
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