A sua ausência, em mim.

Quando do nascedouro da saudade

Lembramos dos nossos desejos

Dos nossos sonhos

Do incorreto e distante querer.

Quando a ausência se apresenta

Dói a saudade através das imagens

Guardadas no coração em prantos.

Nas imagens, nas fotos, no cabelo

Claro como o sol do dia d'agora

Fico sentindo o gosto

Da minha grande ilusão.

Quando a saudade vem a galope

Trazida pela ausência

Fica o poeta contando nas noites

Solitárias as estrelas

Esperando um acendo.

Não nasce o aceno, o sorriso

Desmaia o sonho, a saudade

Esta atropela meus sentimentos

Que espera a chamada aguardada

Na saudade a ausência se faz forte

Transpassa a flecha no frágil

No inconstante coração.

Licroceh Usalsolo

Outubro 2015

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