AMOR
Fernando Cartago
O que é o amor?
Quando na verdade
penso em apenas só falar de mim.
Amor, o que é o amor?
Se
tenho tanto a descobrir e vivo correndo com meus pensamentos.
Nesta
eterna loucura te vejo tão perto e, ao tentar de tocar, desperto.
Amor?
Mesmo
que me confesse, diante das preces, muitas vezes isto me enlouquece.
Só
em imaginar te querendo, sofrendo, vivendo para sonhar em te acariciar e te
completar.
Amor, quando sou amor?
Um
anjo, anjo negro, lindo, cantava em meus ouvidos suas palavras de paixão e, ao
ouvi-las, cortava-me o coração.
A
reflexão trazia-me os pés no chão.
Por quê? Amor?
Com
minhas raízes fixas no chão, o anjo, luzia com sua melodia, minha alma tremida
com tanta alegria.
Olhava
em minha volta com covardia e percebia que ali existia nos olhos do anjo uma
luz pequena que ardia. Chamejava toda sua alegria por ter sido um dia homem
como o qual nenhum imagina.
Coração
forte a bater todos os dias naquela grande agonia, procurando o amor, este amor
nosso de cada dia.
Fernando Cartago
Quando na verdade
penso em apenas só falar de mim.
Amor, o que é o amor?
Se
tenho tanto a descobrir e vivo correndo com meus pensamentos.
Nesta
eterna loucura te vejo tão perto e, ao tentar de tocar, desperto.
Amor?
Mesmo
que me confesse, diante das preces, muitas vezes isto me enlouquece.
Só
em imaginar te querendo, sofrendo, vivendo para sonhar em te acariciar e te
completar.
Amor, quando sou amor?
Um
anjo, anjo negro, lindo, cantava em meus ouvidos suas palavras de paixão e, ao
ouvi-las, cortava-me o coração.
A
reflexão trazia-me os pés no chão.
Por quê? Amor?
Com
minhas raízes fixas no chão, o anjo, luzia com sua melodia, minha alma tremida
com tanta alegria.
Olhava
em minha volta com covardia e percebia que ali existia nos olhos do anjo uma
luz pequena que ardia. Chamejava toda sua alegria por ter sido um dia homem
como o qual nenhum imagina.
Coração
forte a bater todos os dias naquela grande agonia, procurando o amor, este amor
nosso de cada dia.
Fernando Cartago
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