Da solidão
Alexandre Marcondes
Não fiz o passeio.
Nem morada em meu peito.
Apenas me mantive firme a procura de respostas.
Tentando encontrar-te.
E mesmo na solidão da madrugada ouvia a sua voz.
Me dizia coisas maravilhosas e partia.
Mais que tanta solidão devo sdentir?
Ou me espelhar no amor de tantos outros.
Permanecer só.
Talvéz seja o caminho para o desconhecido.
Para a vida que não vivo.
Para o amanhã quem sabe?
Da solidão meus pedaços abandonei sem pedir que os juntasse.
Sem querer reposição.
Nem em meu coração tive medo, mas o receio de ter que morrer no silêncio.
Essa dor machuca e faz sangrar.
Como espada a me perfurar.
Parece sonho, mas é um algo ruim de se viver.
Quando escrevo para você o mundo se faz diferente.
E quando sonho o seu silêncio me faz aceitar que nada sou em ti se não uma voz ao longe a dizer TE AMO SEMPRE.
Mesmo na solidão o poeta ama e se faz um pedacinho em sua amada.
Seja em seus versos ou no seu próprio silêncio.
Alexandre Marcondes.
Nem morada em meu peito.
Apenas me mantive firme a procura de respostas.
Tentando encontrar-te.
E mesmo na solidão da madrugada ouvia a sua voz.
Me dizia coisas maravilhosas e partia.
Mais que tanta solidão devo sdentir?
Ou me espelhar no amor de tantos outros.
Permanecer só.
Talvéz seja o caminho para o desconhecido.
Para a vida que não vivo.
Para o amanhã quem sabe?
Da solidão meus pedaços abandonei sem pedir que os juntasse.
Sem querer reposição.
Nem em meu coração tive medo, mas o receio de ter que morrer no silêncio.
Essa dor machuca e faz sangrar.
Como espada a me perfurar.
Parece sonho, mas é um algo ruim de se viver.
Quando escrevo para você o mundo se faz diferente.
E quando sonho o seu silêncio me faz aceitar que nada sou em ti se não uma voz ao longe a dizer TE AMO SEMPRE.
Mesmo na solidão o poeta ama e se faz um pedacinho em sua amada.
Seja em seus versos ou no seu próprio silêncio.
Alexandre Marcondes.
Português
English
Español