Pobre Homem
Gerlanio Oliveira
Pobre Homem
Não chores pobre homem,
Deixe que se vá essa dor humana
Você crer no cristianismo e vive calmo, passivo
Porque pereces de mágoa?
Há muito sorriu em um mundo ingênuo, amou os seus sem critérios
E agora não te reconheces, entranho frente o espelho
Procura aquele que acredida nos seus erros
De joelhos céticos, abençoa o amor perdido nos céus
Sem pesar as pedras no caminho, segue rumo ao túmulo
Pedindo desculpas, licença, respeito.
Liberte-se pobre homem, livra-se dessas amarras invisíveis
Porque tens que ser perfeito?
Porque não podes ser vagabundo?
Grite seu nome, xingue seu ódio
Rasgue seu peito, mostre como os homens podem ser verdadeiros e inúteis.
Gerlanio Oliveira
Não chores pobre homem,
Deixe que se vá essa dor humana
Você crer no cristianismo e vive calmo, passivo
Porque pereces de mágoa?
Há muito sorriu em um mundo ingênuo, amou os seus sem critérios
E agora não te reconheces, entranho frente o espelho
Procura aquele que acredida nos seus erros
De joelhos céticos, abençoa o amor perdido nos céus
Sem pesar as pedras no caminho, segue rumo ao túmulo
Pedindo desculpas, licença, respeito.
Liberte-se pobre homem, livra-se dessas amarras invisíveis
Porque tens que ser perfeito?
Porque não podes ser vagabundo?
Grite seu nome, xingue seu ódio
Rasgue seu peito, mostre como os homens podem ser verdadeiros e inúteis.
Gerlanio Oliveira
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