Escritas

Derme

Lucille

Em minha morte quero moças despidas

Circulando em pavilhões definhados

Onde a cena é megera

E meus olhos obsoletos


Em meu leito

Desejo recordar a vida

Víbora de tamanhas fissuras

Prostituta rameira

Segregadora de meu último trago


Vil adeus não concedi

Me despeço com a alegre feição

Alforriado do cárcere comunitário

Foragido por minhas mãos


791 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.