Pôs meu Coração
Danilo de Jesus
Pôs o mar dentro do meu coração
E o mar coube espaçosamente dentro do meu coração
Pôs o meu coração dentro do mar
E o mar foi pouco para inundar
Os buracos que a dor abriu em meu coração.
Volvi o meu coração para o universo
E o universo se perdeu na imensidão do meu coração,
Nem as infinitas estrelas e o sol que há nele
Foram capazes de brilhar na treva que havia no meu coração.
Pôs o meu coração para fora de mim
E logo me sentir menor do que o tamanho de coisa nenhuma
Então, veio o mar e me inundou,
Veio o inverso as infinitas estrelas e o sol que havia nele e encheu-me de brilho.
Mas onde eu deixe o meu maldito coração
Existia uma treva que se camuflou
Na treva que havia em meu coração.
Lá nem os corvos, que são amantes da escuridão,
Encontram compaixão!
E o mar coube espaçosamente dentro do meu coração
Pôs o meu coração dentro do mar
E o mar foi pouco para inundar
Os buracos que a dor abriu em meu coração.
Volvi o meu coração para o universo
E o universo se perdeu na imensidão do meu coração,
Nem as infinitas estrelas e o sol que há nele
Foram capazes de brilhar na treva que havia no meu coração.
Pôs o meu coração para fora de mim
E logo me sentir menor do que o tamanho de coisa nenhuma
Então, veio o mar e me inundou,
Veio o inverso as infinitas estrelas e o sol que havia nele e encheu-me de brilho.
Mas onde eu deixe o meu maldito coração
Existia uma treva que se camuflou
Na treva que havia em meu coração.
Lá nem os corvos, que são amantes da escuridão,
Encontram compaixão!
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