Deboche á mesa
Danilo de Jesus
Carpinteiro do silencio,
Cultivei a humildade
Sendo Escravo da saudade
Colhi ingratidão!
Aprendi a amar o amor ... - Tanto!
Que essa taça transbordou
E bebi toda ela a lentos coles secos de dor
Perdido no tempo
Refazendo meu passado
Foi traído varias vezes pelo vento do medo,
Maldito grande aliado do meu íntimo segredo;
Por não ter dito amizade com a VIDA
Enquanto ela me apresentava à felicidade,
Fui refém num porto imaginário e esquecido da realidade,
Perdendo a infância e envelhecendo na vaidade;
Sentado a mesa com os que eu quis
Nunca me olharam nos olhos e
Ficaram tão distante da minha simpatia e
Tão desconecto de minha melodia...
E quando me deram atenção... foi um por mínimo instante
Depois me recusaram ate curtos sorrisos e
Confundiram-me ate mesmo com o garçom que na ocasião nem avia
Só para não me tratarem com falsa simpatia!
Agora, prefiro um não do coração
Ao sim ou atenção por tradição...
Aprendi a amar o amor... - tanto!
Que hoje...
- essa taça transborda sem uma cota do meu valor!
Cultivei a humildade
Sendo Escravo da saudade
Colhi ingratidão!
Aprendi a amar o amor ... - Tanto!
Que essa taça transbordou
E bebi toda ela a lentos coles secos de dor
Perdido no tempo
Refazendo meu passado
Foi traído varias vezes pelo vento do medo,
Maldito grande aliado do meu íntimo segredo;
Por não ter dito amizade com a VIDA
Enquanto ela me apresentava à felicidade,
Fui refém num porto imaginário e esquecido da realidade,
Perdendo a infância e envelhecendo na vaidade;
Sentado a mesa com os que eu quis
Nunca me olharam nos olhos e
Ficaram tão distante da minha simpatia e
Tão desconecto de minha melodia...
E quando me deram atenção... foi um por mínimo instante
Depois me recusaram ate curtos sorrisos e
Confundiram-me ate mesmo com o garçom que na ocasião nem avia
Só para não me tratarem com falsa simpatia!
Agora, prefiro um não do coração
Ao sim ou atenção por tradição...
Aprendi a amar o amor... - tanto!
Que hoje...
- essa taça transborda sem uma cota do meu valor!
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