Escritas

Tu És o Próprio Amor

Paulo Jorge LG


Em busca do Santo Gral onde nasceu o Amor,

Busca incessante em que me envolvi com afinco,

Não sabia que era a Ti que eu devia procurar,

Minha preciosa catarse em diadema de marfim.


Tu que és a encarnação do próprio Amor,

Deste-lhe o teu cunho particular ao sorrir,

E as trevas sombrias levantaram-se logo,

Dera-se o triunfo do Amor sobre a vil dor.


A meiguice instalada nos teus olhos,

Encheu de ternura todos os demais,

Ficaram cativos à tua breve passagem,

Enlouquecidos por tanta benevolência.


Do teu regaço soltaste belas rosas vermelhas,

Perfumaste de alento a quem jamais amou,

Com saudações de boas vindas carinhosas,

Aos nossos corações agora complacentes.


Amor tão estimado por quem quer cuidar,

Morrer desgostoso por quem de nós parte,

Amores desconhecidos e desencontrados,

Beijai-vos uma só vez mais tão inocentes.


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