«Noutros Rostos» VIII
Filipe Marinheiro
vou contando todas as vidas tristes que se amadurecem
no fundo dos meus olhos a passarem atrás das coisas gastas
em cada rua vazia espero pelo seu sabor mudo
e desapareço naquele estremecimento que sai virgem do chão
por onde caminho novamente sombrio
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