Escritas

Veste branca da manhã

Manito O Nato
Bordando a veste branca da manhã
Sorridente, desperta dourada, sem pressa
A luz da aurora espreguiçando na parede
E em seu raiar silente bebe minha sede
Em solene entrega de pencas de promessas

Ah! Esse aroma matutino que me inventa,
Em outro solo, em outra água e em outros ares,
- débil bacelo salvo em vinha poeirenta -
E em toda sorte de semente e de pomares.

Ah! Perfumada veste branca da manhã!
547 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.